O tráfego continua exatamente como está. O que muda é quem cuida do material: encarte, post, story e vídeo saindo no ritmo da sua oferta, toda semana, com prazo combinado por escrito.
Rômulo, essa proposta não nasceu de vontade minha de vender mais serviço. Nasceu das falhas: material que não sai na data, postagem que sobe fora de hora — e você tendo que cobrar toda semana pra o básico acontecer.
E falha em supermercado nunca fica contida num item só. Quando o encarte atrasa, atrasa o anúncio junto. Quando a postagem sobe fora de hora, a oferta já virou. Quando o vídeo não sai, a semana inteira vai no estático. No Gomes ainda é semana dupla — 4 encartes da rede e mais 4 de Cabo Frio, que tem preço próprio, cada um com seus cards e desdobrado em feed e stories. Nesse volume, uma peça que escorrega dois dias não atrasa uma arte: desmonta a semana. É efeito dominó, e ele se repete todo mês.
E o preço disso aparece na conta que eu administro todo dia: anúncio esperando material pra subir, verba veiculando menos dias do que podia pelo mesmo dinheiro, e gente que clica no anúncio, entra no perfil e encontra a oferta da semana passada. Hoje eu cuido da metade que faz o material aparecer. Estou propondo cuidar da outra metade — a que faz o material existir, no dia certo, toda semana.
Dia perdido é verba perdida. Encarte que chega em cima da hora encurta os dias em que a oferta pode ser anunciada — a mesma verba veiculando menos tempo, toda semana.
Cabo Frio dobra o problema. São 4 encartes da rede + 4 de Cabo Frio por semana, cada um em feed e stories. Quem já está atrasado numa frente entrega a segunda pior ainda — e é aí que sai preço errado no ar.
Você virou o cobrador. Seu tempo indo embora atrás de arte, post e vídeo que deveriam simplesmente chegar na data. Isso não é trabalho de dono.
Vídeo é sempre o primeiro a cair. É o formato que mais entrega hoje no Instagram e no Facebook — e é justamente o que some quando a produção está apertada.
A diferença aqui não está só em quem faz o material — está em quem responde por ele. A SNT assume a operação inteira: equipe de produção, direção do conteúdo e a mídia paga, tudo sob a minha coordenação. Na prática, isso tira uma função das suas costas: quem passa a cobrar prazo da equipe sou eu. Você deixa de ser o gerente da produção e volta a olhar só o resultado — e, se alguma entrega correr risco, quem avisa antes sou eu, não o contrário. Some a isso o fato de o conteúdo e a campanha ficarem sob a mesma direção: cada peça já nasce sabendo que vai virar anúncio — formato certo, texto que cabe no corte, produto de oferta que eu sei que puxa clique porque vejo o número todo dia. É a mesma cabeça dos dois lados, com uma equipe atrás pra dar conta do volume.
Eu já sei o que o público de Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Saquarema, Araruama e São Pedro da Aldeia responde: qual oferta puxa clique, que dia da semana o movimento reage, qual produto faz gente sair de casa. Nenhum social media contratado do zero vai ter isso no primeiro mês — nem no terceiro.
Enquanto uma agência nova gastaria os primeiros 90 dias descobrindo a marca, o público e o que funciona, eu começo a produzir na primeira semana — porque essa parte a gente já pagou pra aprender, juntos. E a troca acontece sem apagão: eu assumo com o calendário já montado, então não existe semana sem material entre uma equipe e outra.
Não é "postar por postar". É uma rotina de produção mensal amarrada ao calendário de ofertas da rede — e ligada direto na campanha que já está no ar.
Os perfis das lojas sob a mesma direção, com calendário aprovado antes do mês começar.
O coração da operação: 8 encartes por semana — 4 da rede Gomes e 4 de Cabo Frio —, cada um com o conjunto de cards de produto e nas variações de feed e stories.
Com gravação presencial minha na loja. Eu vou até vocês, capto o material do mês e edito no formato que roda em Reels, Stories e anúncio.
A frente que só eu consigo entregar aqui: o que performa no orgânico eu subo em campanha no mesmo dia; e o que já provou que vende no anúncio vira pauta de conteúdo.
8 por semana — 4 da rede Gomes e 4 de Cabo Frio — mais 2 sazonais no mês.
Cada encarte adaptado para feed e para stories.
Dois por semana, gravados na loja e editados.
Datas comemorativas, delivery, institucional, avisos.
Calendário do mês seguinte montado e enviado pra aprovação, já cruzado com as datas comerciais e o que a campanha vai precisar.
A loja envia as listas da semana — a da rede e a de Cabo Frio — com 3 dias úteis de antecedência. Esse é o único prazo que eu peço, e é o que garante que nada saia na correria.
Duas diárias presenciais de gravação: produto, gôndola, equipe, movimento. Sai dali o material de vídeo do mês inteiro.
Publicação nos perfis das unidades, encarte no ar, os melhores vídeos viram anúncio e no fim do mês tudo vem num relatório só.
Cabo Frio pratica preços diferentes das demais unidades — então toda semana são duas frentes de encarte rodando em paralelo, a da rede e a de Cabo Frio, cada uma com conferência de preço independente. Esse volume inteiro já está considerado no investimento abaixo; não existe cobrança por peça extra.
Já que esse é o ponto que te incomoda hoje, ele vira compromisso escrito: encarte pronto em até 48h depois que a tabela chegar; calendário do mês na sua mão até o dia 25; publicação agendada com antecedência, sem depender de alguém lembrar na hora. E se alguma entrega correr risco de atrasar, você não vai precisar cobrar — eu aviso antes.
Valores de conteúdo e produção. Verba de mídia continua à parte, direto no Meta e no Google.
Aditivo ao contrato atual, 12 meses, com vencimento no mesmo dia 30 — uma cobrança só, somando tráfego e conteúdo.
A verba de anúncios segue indo direto para o Meta e o Google. Os valores acima são de produção e gestão.
Agendada com 7 dias de antecedência, em data combinada.
Não vou pedir que a loja produza nada. Só preciso de três combinados pra rotina funcionar sem aperto:
Os produtos e preços da semana, nas duas listas — rede Gomes e Cabo Frio. É o insumo de tudo.
Instagram e Facebook das unidades, com o acesso sempre em nome do Gomes.
Dois dias combinados na loja, com alguém de vocês pra me acompanhar. O resto do vídeo é comigo e com a minha equipe.
Não vou te dar prazo artificial pra decidir — quem manda no ritmo aqui é a sua operação, não a minha proposta. Só que a semana de ofertas não espera: ela chega de novo daqui a poucos dias, e depois outra, e outra. Enquanto a decisão fica em aberto, o mesmo ciclo se repete — material em cima da hora, postagem fora do horário e você cobrando outra vez.
Por isso o que eu peço não é pressa na resposta: é que, quando for sim, seja para começar imediatamente. No dia do aceite eu já monto o calendário e marco a primeira captação — e a partir daí a semana passa a chegar pronta, em vez de ser resolvida na correria.